terça-feira, 1 de outubro de 2013
Hoje!
Hoje é diferente, não estou com vontade de dizer, de expor. Escrevo por que a esperança está escaça, escrevo por que o coração aperta e não consigo fugir, talvez seja seus olhos a me seguir sem nem ao menos vir acompanhado de vossa presença. Hoje estou feliz ao teu lado, porém a falta de uma definição me dei cha imaturamente inceguro, minha infantilidade, não me da garantias, minhas garantias não são garantias. E quando alguém me perguntar o que eu sou seu ? responderei que não sei ? mesmo com aquela vontade de gritar o que não é! estão tão proximos, tão pertos e ao mesmo tempo tão longes. Quero me casar com você, continuar sorrindo ao teu lado, abraçando-te e beijando-te, contudo com um unico diferencial, eu e você somos um algo temos uma identidade, mesmo que equivoca em nossa consciencia por saber que sempre foi mesmo que não. A complexidade do Nós é presente em cada instante, estamos juntos, sem estar, namorando, sem namorar, nos relacionando como se tudo fosse algo e o algo fosse nada... Mas se até o nada pode ser esse algo, logo nem mesmo o nada é concreto, o nosso ter tudo é repletos de nadas e ilusórias complicações, não por que as são, mas sim por que o é. Somos tão desnecessários que a necessidade se torna presente pela falta ou presença, o engraçado é que a junção do nada resulta no nós em uma intencidade deliciosamente necessária, mesmo que traida pela própria causa. Somos subversivos a nossa propria causa subversiva e inteiramente um do outro pelo contrato não verbal de almas...
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